Tennessee Ernie Ford - This Lusty Land - 1956





Ernest Jennings Ford (Bristol, 13 de fevereiro de 1919 – Reston, 17 de outubro de 1991), mais conhecido como Tennessee Ernie Ford, foi um cantor e apresentador de televisão norte-americano que obteve sucesso com a música country, o pop e a música gospel.Nascido em Bristol, Tennessee, filho de Clarence Thomas Ford e Maud Long, Ford começou sua carreira no rádio como locutor na WOPI-AM em sua cidade natal. Em 1939, ele saiu da estação para estudar música clássica e canto no Conservatório de Música de Cincinnati em Ohio. O primeiro-tenente Ford serviu na Segunda Guerra Mundial como responsável pelas bombas nas missões do bombardeiro B-29 Superfortress sobre o Japão. Depois da guerra, Ford trabalhou em estações de rádio em San Bernardino e Pasadena, na Califórnia. Em San Bernardino, Ford foi contratado como locutor, apresentando um programa matutino de música country, chamado Bar Nothin' Ranch Time. Para diferenciar-se, ele criou o personagem "Tennessee Ernie, " um selvagem, louco e exagerado caipira. Ficou popular na região e depois foi contratado pela rádio KXLA de Pasadena.

Ford também fez turnês. Os Mayfield Brothers do oeste do Texas, incluindo Smokey Mayfield, Thomas Edd Mayfield e Herbert Mayfield, estavam entre bandas de aquecimento de Ford, tendo tocado com ele em Amarillo and Lubbocl, durante o final da década de 1940. Na KXLA, Ford continuou fazendo o mesmo espetáculos e ainda juntou-se ao grupo do programa de Cliffie Stone na rádio KXLA, Dinner Bell Roundup como vocalista, sem deixar de fazer seu programa matutino. Cliffie Stone, um olheiro de meia jornada da Capitol Records, levou-o à atenção da gravadora. Em 1949, quando ainda fazia seu programa de manhã, ele assinou um contrato com a Capitol. Tornou-se também uma estrela da televisão local no programa passado no sul da Califórnia, Hometown Jamboree. A RadiOzark produziu 260 episódios de 15 minutos de The Tennessee Ernie Show para transmissão nacional.Ele lançou quase 50 singles de country no início da década de 1950, vários dos quais chegaram às paradas da Billboard. Na mesma época, Ford encerrou seu programa matutino na rádio KXLA e passou para o programa Hometown Jamboree. Em 1955, Ford gravou "Davy Crockett, King of the Wild Frontier" (que atingiu a 4ª posição na parada country) com "Farewell to the Mountains" no lado B.
Ford subsequentemente apresentou seu próprio programa de variedades no horário nobre, The Ford Show, que passou na NBC de 1956 a 1961. Num irônico jogo de palavras, o programa não recebeu o nome de Ernie, mas sim o do patrocinador, a Ford Motor Company. O programa de Ford ficou conhecido por incluir uma canção religiosa ao fim de cada edição; Ford insistiu nisso apesar das objeções dos executivos da emissora que temiam possíveis controvérsias. Na verdade, este tornou-se o segmento mais popular do programa.
Em 1956 ele lançou Hymns, seu primeiro álbum de música gospel, que permaneceu na parada de álbuns da Billboard por 277 semanas consecutivas. Seu álbum "Great Gospel Songs" ganhou um Grammy Award em 1964. Após o fim de seu programa na NBC, Ford mudou-se com sua família para Woodside, no norte da Califórnia. Também manteve um rancho próxmo a Grandjean, ao qual regularmente ia.
De 1962 a 1965, Ford teve um programa diurno de variedades, The Tennessee Ernie Ford Show (mais tarde chamado Hello, Peapickers) na KGO-TV em San Francisco, apresentado sobre a programação de rede da ABC.
Ford foi o porta-voz da Pontiac Furniture Company em Pontiac, Illinois na década de 1970.
As experiências de Ford na Força Aérea durante a Segunda Guerra Mundial levaram-no a envolver-se com o Confederate Air Force (agora denominado Commemorative Air Force), um grupo de preservação de aviões de guerra no Texas. Foi locutor destacado e a celebridade convidada para o evento anual da CAF em Harlingen, Texas, de 1976 a 1988.
Ao longo dos anos, Ford recebeu três estrelas na Calçada da Fama de Hollywood, pelos seus trabalhos no rádio, na indústria fonográfica e na televisão. Também recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade em 1984 e teve seu nome colocado no Country Music Hall of Fame em 1990.
Em sua vida pessoal, tanto Ford como sua esposa Betty enfrentaram numerosos problemas com o alcoolismo. Ele se manteve capaz de trabalhar, aparentemente sem prejuízo em função da ingestão de uísque Cutty Sark, mas na década de 1970 isto começou a cobrar um preço cada vez maior de sua saúde e de sua habilidade de cantar. Após a morte de Betty em função da bebida em 1989, a saúde declinante e os problemas hepáticos de Ernie começaram a se tornar mais aparentes. Sua última entrevista foi gravada em setembro de 1991 para o programa de televisão de sua amiga de longa data, Dinah Shore. Sua deterioração física naquele momento era bastante óbvia.
Ford recebeu reconhecimento póstumo por suas músicas gospel, através da Gospel Music Association no Gospel Music Hall of Fame em 1994.Ford foi casado com Betty Heminger de 18 de setembro de 1942 até a morte dela, em 26 de fevereiro de 1989. Eles tiveram dois filhos: Jeffrey Buckner “Buck” Ford (?-) e Brion Leonard Ford (1952-2008). Menos de quatro meses após a morte de Betty, Ford casou-se novamente. Em 28 de setembro de 1991, ele foi acometido de uma insuficiência hepática severa noAeroporto Dulles logo após ter participado de um jantar presidencial na Casa Branca, com o então presidente George H. W. Bush. Ford faleceu no H. C. A. Reston Hospital Center, em Reston, Virgínia, em 17 de outubro - exatamente 36 anos após o lançamento de "Sixteen Tons" e um dia antes do primeiro aniversário de sua inclusão no Country Music Hall of Fame. Ford foi enterrado no Alta Mesa Memorial Park, em Palo Alto, Califórnia, com a seguinte localização: Lot 242 Sub 1, Urn Garden. Sua segunda esposa, Beverly (Wood) Ford (1921-2001), faleceu 10 anos após Ernie e seu corpo foi enterrado junto ao do marido.

Evildead - Annihilation of Civilization


O fim dos anos 80 e começo dos 90 foi um período estranho para o thrash metal. Foi um tempo de transição, e para o thrash, foi desviar de suas raízes e abrir caminho para uma nova era que descambou no grunge. Foram tempos difíceis para qualquer banda de thrash metal surgindo, e isso não foi diferente para o Evildead.
Formada por membros das bandas de speed/thrash Agent Steel e da banda Abattoir, Evildead começou com o selo de gravação alemão Steamhammer Records em 1988 e subsequentemente lançou um EP de três faixas chamado "Rise Above". No ano seguinte lançaram esta belezura aqui, "Annihilation of Civilization".
Em pouco menos de 40 minutos, "Annihilation of Civilization" é pura diversão headbanger, se você realmente curtir metal. O album contém a faixa título que é uma das melhores faixas de thrash metal de todos os tempos. As letras através do album incluem temas de anti religião e apocalipse nuclear. Não são lá grande coisa, mas servem o propósito aqui. As músicas são todas similarmente arranjadas com uma média de 2 solos de guitarras jogados em algum lugar depois do último verso e geralmente logo antes do último refrão entrar. Confiem em mim quando eu digo isso, os solos são matadores. Evildead diferencia-se das outras bandas de thrash do fim dos 80 excluíndo versos de guitarra punk e hardcore que eram tão proeminentes em bandas como Overkill. Ao invés, Evildead tinha uma abordagem mais melódica com seu thrash tratando-se dos versos, geralmente pequenos toques que fazem uma grande diferença no som fazendo a banda um caso à parte do resto da mesmice da época.
"Annihilation of Civilization" sofreu por ser pesado demais. O programa da MTV Headbangers Ball chegou até a tocar o video da faixa título por um curto período de tempo. Na época em que o Headbangers Ball era realmente bom. Infelizmente, como mencionado, a era do grunge já estava entrando nas casas de família através da América, consequentemente matando a maioria das bandas da última onda do thrash do final dos 80. Alguns também poderiam criticar o vocal por ser abaixo da média ou de pouca potência. Algo que não ouso fazer.
Evildead, juntamente com Sacred Reich, claramente influenciaram bandas de thrash metal como Nuclear Assault, desde a infusão de influências hardcore até os solos de guitarra. Mas acho que bandas como Anthrax influenciaram mais. Também não quer dizer que Nuclear Assault não influenciou Evildead da mesma maneira. De fato, todas essas bandas infuenciaram umas às outras bastante. Tratando-se da história do thrash, nada superará os clássicos como "Among the Living" do Anthrax e "Rust in Peace" do Megadeth. Entretanto, se você é realmente um fã de thrash, este é um album indispensável. Caso seja apenas um admirador casual do estilo, escute a faixa título e veja se gosta.
Underrated thrash classic.


George Harrison - Somewhere In England


"Somewhere In England" viajou um longo caminho antes de ser finalmente lançado em Junho de 81.Inicialmente a Warner havia rejeitado 4 das musicas originais do álbum “Flying High,” “Lay His Head,” “Sat Singing,” e “Tears Of The World”,que foram lançadas posteriormente tornando o álbum muito mais "agressivo".
A música "All Those Years Ago" tem uma curiosidade.Ela foi reformulada porque a´s vésperas do lançamento John Lennon havia sido assassinado,tornando-se assim uma homenagem póstuma.Ringo fez as vezes na batera,que ainda contava como convidados Paul e Linda McCartney como backingvocals.Foi o maisperto de uma reunião dos Beatles que tivemos.Lançada como um single,esta acabou se tornando o hit parade do álbum alcançando o "top two"americano.
Um bom,mas não ótimo álbum,mas que é sonoricamente muito agradável.Enjoy fellas!

Mediafire

Através dos anos 80, você teria que ser apertado para encontrar uma banda americana de heavy metal que soasse mais britânica do que o Armored Saint. Enquanto a maioria dos seus contemporâneos pareciam estar preocupados com o rápido crescimento do movimento thrash metal, aqui estava um grupo de puristas comprometidos que somente queriam atualizar o metal tradicional no seu melhor para a geração 80. Pelo mesmo indicativo, a banda nunca foi capaz de beneficiar-se dos direitos de estar associada a uma cena propriamente, o que pode explicar sua obscuridade apesar de consistentemente lançar tais materiais de qualidade. Mas, para constar, com exceção do também estelar "Symbol of Salvation" dos anos 90, o estilo bombástico da banda nunca foi melhor representado quanto em seu album de estréia de 1984 "March of the Saint", que é tão diretamente um album de metal, que é quase difícil de descrever. Um tema de guitarras orquestrado introduz a memorável faixa título, e outros pontos altos como em "Can U Deliver", "Madhouse" e "Take a Turn" são merecedoras de respeito pela suas maturidades e poder assim como pelo senso de economia. O time da dupla de guitarras de Dave Prichard e Phil Sandoval é simplesmente incrível considerando a idade jovem dos dois (pena que logo separaram-se), duelando entre si solo após solo através do disco. A segunda parte do album não é tão forte como a primeira, mas "March of the Saint" ainda qualifica-se como um dos clássicos esquecidos do metal americano.
Still rocks after all these years.
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Alice in Chains - Greatest Hits


"Greatest Hits" não é, infelizmente, o antídoto para a compilação fiasco de "Nothing Safe: Best of the Box", mas sim uma amostra com dez músicas da carreira de Alice in Chains com baixo custo. As canções são na maioria boas e bem escolhidas, mas infelizmente, há simplesmente muito poucas. "Greatest Hits" servirá as necessidades dos fâs casuais que somente querem dez das melhores músicas de Alice in Chains em um só disco sem gastar muita grana, mas existem muitos outros bons momentos no catálogo da banda para fazer desta uma boa compra no final das contas.
Maybe just what you wanted.


Mimi´s Art - Menina


Desenho que o Mimi fez na aula. Ao invés de estudar...
heheheheheh


Soundgarden - Superunknown



Entre os riffs hipnóticos estilo Sabbath de Kim Thayil e os altos gritos, estilo tenor Robert Plant de Chris Cornell, Soundgraden é geralmente descrito pelos fãs de alternativo como apenas uma banda de metal um pouco mais esperta do que a média. Afinal, o quanto estava lá em "Rusty Cage" ou "Outshined" além de uma atualização sombria, suja e adaptada bem Zepplinesca?
Um bom tanto, na verdade. Mas tem sido fácil não perceber os aspectos mais complexos do Soundgarden no estardalhaço de seu ataque instrumental pesado. Como resultado, "Superunknown" veio como um choque para muitas pessoas, e não apenas porque oferece mais do que guitarras pesadas e vocais heróicos. Por toda a excitação aural providenciada pela psicodelia surfista de "My Wave" ou a baladeira a la Beatles de "Black Hole Sun", os verdadeiros pontos altos do album estão mais relacionados com o conteúdo emocional do que com os floreamentos estilísticos. No seu melhor, "Superunknown" oferece uma descrição mais precisa de alienação e desespero do que qualquer coisa em "In Utero".
Pegue "Mailman", por exemplo. Em um primeiro momento, parece ser mais um número sociopata, com Cornell gemendo linhas como "I'm the dirt beneath your feet/The most important fool you forgot to see" enquanto guitarras zumbindo repetem ao mesmo tempo a melodia por trás. Mas ao invés de ir para um final esperado, a canção foca-se na ameaça incipiente dos tratos e promessas do protagonista, um artifício feito bastante desconcertante pelo obscuro sexual implícito que Cornell manda no refrão: "I know I'm headed for the bottom/But I'm riding you all the way."  É uma performance genuinamente assustadora, em grande parte porque não oferece ao ouvinte algum aviso prévio. Pelo final da música, ainda estamos presos em seu vortex de malícia e intimidação.
O Soundgarden parece glorificar-se nessa forma de método-atuação nas composições, aceitando facilmente as contradições dentro da visão de cada personagem. Veja como facilmente "My Wave" move-se de sentimentos libertários dos primeiros versos para uma territorialidade agressiva em "keep it off my wave" do refrão, apresentando uma visão de que fazer suas próprias coisas é legal mas desde que seja em qualquer outro lugar. Ainda ao invés de apontar a falácia no pesnamento do protagonista, a música o apoia, trocando entre uma síncope gaga e martelada nos versos para um quase sublime e psicodélico groove no refrão. Este, em outras palavras, é o mundo visto pelo surfista. Qualquer tentativa de impor alguma moral sobre isso fica a cargo inteiramente do ouvinte.
Nas mãos de bandas mais fracas, essa abordagem poderia facilmente tornar-se uma fuga estética, parecido como alguns gangsta rappers tentam desculpar o banditismo de suas letras chamando de "realidade das ruas". Mas o Soundgarden não estava interessado em fazer julgamentos morais tanto quanto a convir o senso desses sentimentos ao tocar nessas canções, sejam eles tão simples quanto a quase idiótica benção simplística que borbulha através dos ritmos infecciosos de "Spoonman" ou tão complexas e cansativas como o desespero degradante descrito nas cadências tristonhas de "Fell on Black Days". E mais do que qualquer coisa, essa habilidade de evocar a vida emocional por entre essas melodias que mantiveram o grupo de fora dos que só foram mais um ato de guitarras pesadas.
Não que houvesse algo especialmente cliché sobre o som de "Superunknown". Entretanto a banda serve uma boa quantidade de petardos metálicos, da guiada pela bateria remexida e de toque seco de "Let Me Drown" à lenta e arrastada de "Limo Wreck", Soundgarden recusa-se a se definir em restritos termos headbangers. Então ao invés de fazer a usual conexão entre o metal e o pesado, a banda gira seu som em todas direções inesperadas, enchendo "4th of July" com estilhaços suficientes e riffs 4/4 quadrados para preencher a lacuna entre Live Skull e Black Sabbath, e evocando tudo desde Captain Beefheart até Nirvana e Cream dentro de um espaço minísculo em "Head Down".
Para ser honesto, entretanto, esse aventurismo da banda nem sempre funciona a seu favor aqui. Com sua apaixonada, a la Lennon molhada, guitarras Harrisonianas, "Black Hole Sun" é um maravilhoso exercício da herança Beatles. O problema é, ela não é uma boa canção, oferecendo mais no sentido de estado de espírito e atmosfera do que na direção melódica. Quanto às vezes do baixista Ben Shepherd, a discordante "Half" (que ele compôs), basta dizer que essa música é a virtual definição de um lado B.
No todo, podemos pensar, que "Superunknown" não somente acerta mais do que erra, mas demonstra mais alcance do que muitas bandas poderiam conseguir em todas suas carreiras. Mesmo que tenha colocado a banda na linha de frente do rock alternativo, depois da onda grunge tudo voltou naturalmente para seu devido lugar. Fica aqui a lembrança para quem gosta.
Bunch of classics in this one.

Como guitarrista e vocalista de uma das bandas de rock americanas de maior sucesso na época, Josh Homme da Queens of the Stone Age pega pesado aqui e leva o album "Lullabies to Paralyze" praticamente nas costas. O album anterior das Queens, "Songs for the Deaf" de 2002, trouxe Dave Grohl dos Foo Fighters de volta ao pedestal da bateria que ele abandonou pós Nirvana e elevou as Queens ao mainstream de platina com os estrondosos sucessos de rádio e MTV "No One Knows" e "Go With the Flow".
A partida de Grohl era predestinada, mas poucos poderiam prever Homme despedir o baixista fundador Nick Oliveri, um selvagem instrumentista com uma conexão musical telepática com Homme que definia a fúria da banda. "Lullabies to Paralyze", o quarto album das Queens, sofre com a partida de Oliveri e a ausência de Grohl. O baterista Joey Castillo não tem a pegada de Grohl, e baixistas tapa-buracos não conseguem repor a destreza melódica de Oliveri ou sua habilidade natural de tocar em torno dos riffs rígidos de Homme.
Desde que se distanciou de seu início adolescente como guitarrista da banda de stoner-metal Kyuss no começo dos anos 90, Homme se viu pego entre estéticas opostas. Ele ama uma estensa jam (o primeiro album das QOTSA, e todos aqueles discos das Desert Sessions) também várias piadas e gozações (os falsos anúncios de rádio que interrompem "Songs for the Deaf", e sua bateria no projeto paralelo de garage-pop Eagles of Death Metal). Ele também admira extrema disciplina, mesmo tenso, um groove de teutonic-rock, um pequeno mas devastador riff ou um arranjo pop disfarçado. Parece que são essas tensões entre os impulsos de Homme que pressurizam os pontos mais altos de "Lullabies to Paralyze" e também explica os baixos.
Você provavelmente já ouviu muitas vezes "Little Sister", o primeiro grande single de rock que estourou nas rádios em 2005. Parece mais Foo Fighters do que qualquer coisa das QOTSA criada com Grohl, essa boa canção (linhas de guitarra distorcidas e um coro de refrão explosivo) anuncia um movimento adiante do tradicional hard rock para um punk arte estilo Strokes e outros modernosos da vida. Homme fica ainda mais eletrizado em "Medication", que eleva o alarde comum das QOTSA para um zumbido combustível, a banda pendura-se em uma corda pela maior parte dos dois minutos, e abruptamente dá umas paradas e troca o tom para aumentar o drama que transpassa o som.
"Everybody Knows That You´re Insane" parece uma balada de despedida para Oliveri no início. Começando com uma lenta slide guitar que grita como "Freebird" de Lynyrd Skynyrd sobre os momentos finais de "I Want You (She´s So Heavy)" dos Beatles, cria um falso senso de serenidade antes do pulo para a próxima parte que vem rápida e pesada. As guitarras guiam os tensos versos de Homme evocando os Buzzcocks com muito mais finesse do que bandas como Green Day já tentaram fazer.
"Lullabies" declina quando Hommes volta para a longa riffagem de seu passado. As seguidas "Someone´s in the Wolf" e "The Blood Is Love" são jams monstras que ocupam quase catorze minutos que desfazem o momento criado pelas oito faixas anteriores. Passagens subsequentes como a martelada de pianos "Broken Box" e a introspectiva "Long Slow Goodbye" lembram um pouco mas falham em alcançar a intensidade da primeira metade do album.
A aparição do antigo contribuidor da banda Mark Lanegan nas faixas não teve o impacto dos albuns anteriores, e Shirley Manson do Garbage e Broddy Dale dos Distillers ficam pouco evidentes em "You Got A Killer Scene". O único de fora que adiciona algo que Homme não poderia ter cantado ou tocado ele mesmo é Billy Gibbons do ZZ Top, que manda sua apimentada guitarra texana na estilo White Stripes, "Burn the Witch". Com Homme no controle absoluto, ele fica sem um maníaco antagonista ao seu lado centrado e também às suas inevitáveis pirações de algo que ele faz melhor: rock como chocolate preto amargo com um recheio gosmento no meio.
Forget the hype.

Willie Nelson - ...And Then I Wrote - 1962

Grande cantor americano de música country, que também junto à Johnny Cash formaram uma banda juntos(The Highwaymen). Willie Nelson já que também é ator, apareceu em alguns filme norte-americanos, permanece na ativa fazendo shows pelo mundo. '...And Then I Wrote' é seu primeiro álbum, lançado em 1962. 4shared - Dowload

Mimi´s Art - Crazy Bassist

Arte do Mimi, baixista muito bom. Mistura de Les Claypool com ele mesmo.
Como em seu primeiro album solo, "The Thunderthief" deixa claro o que John Paul Jones levou para o Led Zeppelin: baixão cadenciado, composições épicas e uma musicalidade impecável. Também deixa claro o que ele não fez para o Led Zeppelin: escrever as letras. As faixas com letras no album são bizonhas e ocasionalmente risíveis, particularmente e faixa título, que soa suspeitosamente como um tapa na cara de Robert Plant, e "Angry Angry", presumidamente uma música punk engraçadinha. Ambas até poderiam subtrair o valor do que seria de qualquer forma um album bem impressionante. Jones toca quase todos os instrumentos no disco e mistura sons de diferentes continentes e eras que pôde pensar. Os melhores momentos do album podem ser as surpresas, como "Down to the River of Pray", com seu clima bluegrass, e "Hoediddle" que começa com uma jam de rock clássico e acaba em um jig irlandês. Em "Freedom Song", Jones mistura sons orientais com filosofia ocidental e de alguma forma fez com que funcionasse. De qualquer forma, "The Thunderthief" é a prova de que John Paul Jones continua a experimentar bravamente em novos territórios, encorajando os mais novos vindo de um homem que poderia já estar descansando em seus louros da vitória.
Out of Zepps shadow.