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VA - Thrash Metal by Vf0


Coletânea de thrash metal de fim de ano do vf0.
Um apanhado geral com Megadeth, Exodus, Slayer, Dark Angel e assim por diante...
Apreciem, quebrem a casa, divirtam-se.
Qualquer sugestão, crítica ou seja lá o que for, usem o chat box da direita ou comentem aqui embaixo.
Metal motherfuckers!!!!

Foo Fighters - Greatest Hits


Quase 15 anos depois de seu album de estréia, Foo Fighters lançou seu primeiro "Greatest Hits", uma retrospectiva de 15 faixas (16 se contar com a versão acústica de "Everlong") cobrindo seus seis albuns de 1995 a 2007. "Greatest Hits" não foi arranjado cronologicamente, o que não é um detrimento. No máximo, pulando e voltando nos anos só prova ainda mais o quão consistente os Foos foram, sempre mandando um rock direto com refrões pegajosos e bem sacados. As únicas exceções à regra são as duas faixas lo-fi "Big Me" e "This Is a Call", com "I´ll Stick Around" sendo uma inexplicável omissão nesta compilação ("Walking After You", "DOA", "Stacked Doctors" e "No Way Back" também ficaram de fora) as duas faixas são do album de estréia de 1995, quando a banda era só Dave Grohl gravando em casa. Tirando esses dois sons, o resto é todo muscular e potente rock moderno, coisa que os Foo Fighters quase que patentearam, com tamanha consistência que dá impressão dos albuns se misturarem, o que resultou em uma poderosa coletânea de sucessos.

Jefferson Airplane - The Worst of Jefferson Airplane


A despeito de seu título cínico, "The Worst of Jefferson Airplane" apresenta uma boa recapitulação dos seis primeiros albuns da banda. Lançado em 1970 logo após de saída inicial de Marty Balin da banda, o album marcou não só o fim da década mas também, sem querer, o fim da fase mais estável da banda em termos de membros. As faixas escolhidas são igualmente divididas entre os albuns da primeira geração, Somente o ao vivo "Bless Its Pointed Little Head" é representado por uma única música. Algumas omissões estão latentes aqui, mas notadamente o single de sucesso "Greasy Heart" e a faixa marca registrada de Kantner, "Wooden Ships". Apesar de tudo, as músicas escolhidas para este album sumarizam bem o apelo distinto de cada album do Jefferson Airplane da década de 60, e também o disco representa uma forma ideal de introduzir alguém ao material do começo mais psicodélico da banda.
The album to get yourself acquainted with the group.



The Ventures - In The Vaults, Vol. 4


Mesmo com um grupo tão prolífico como os Ventures, quando você se depara com um quarto volume de faixas inéditas e raridades, você se pega imaginando o quanto ainda resta nisso tudo para se fazer um CD. Ao mesmo tempo que tudo indica que o que temos aqui não faz parte das melhores até onde o catálogo de raros e não lançados vai, poucas das faixas na verdade são esforços solo de Don Wilson dos Ventures (alguns deles vagamente lembrando os Monkees), ou tiradas de um single de 1961 dos Marksmen do qual Nokie Edwards dos Ventures participou. Além do mais, algumas faixas estavam previamente disponíveis no LP de 1965 "On Stage" mas aparecem aqui sem o overdub do barulho da platéia. E, estranhamente, quase a metade das concessões copiosas das descrições do encarte não falam do conteúdo do CD, mas do papel dos músicos de estúdio nas gravações dos Ventures. Mesmo assim, tudo isso é do pico da banda da era de 60, e é realmente do mesmo nível da maioria dos lançamentos oficiais dos Ventures da época, quando eles estavam lançando tanto material que seria impossível fazer todos os seus lançamentos de qualidade estelar. Se você gosta da marca registrada do som dos Ventures, ela está em evidência através da maioria do set nas linhas de guitarras e trabalho bem montado e compacto, porém as escolhas e arranjos não são seguidamente inspirados como nos melhores materiais deles. Entretanto, há algumas excelentes faixas salvadoras aqui, "Journey to the Stars", "Drivig Guitars", "Echo", "Bumble Bee", "Pedal Pusher" e "Caravan", que já bastam para satisfazer qualquer fanático dos Ventures, mesmo que as melhores tendam a ser as versões sem dub do album "On Stage".
Excelent sound and first-rate material anyway.

The Shadows - 20 Golden Greats


Sem um único tropeço à vista, "20 Golden Greats" voou sem problemas até o topo das paradas do Reino Unido, tornando-se o primeiro album dos Shadows a conseguir essa façanha desde o segundo, lá em 1962. Foi um triunfo merecido, e talvez bem previsível, no auge do punk rock. Uma corrida direta através dos singles do começo e meio dos anos 60 dos Shadows, uma incomparável sequência que estende-se desde "Apache" em 1960 até "The Rise and Fall of Fingel Blunt" em 1964, consome 15 das 20 faixas. O resto do set então escolhe a dedo os próximos quatro anos para aproveitar as menos ouvidas, porém merecedoras de menção "Maroc 7", "Stingray", "The War Lord", "Genie With the Light Brown Lamp", e "A Place in the Sun". É uma coleção dinâmica, então, reunindo os 20 mais importantes sucessos dos Shadows, ao invés de apenas os 20 maiores sucessos, ou as 20 mais conhecidas, ou qualquer outro critério que as coletâneas se baseiam. O fato dos outros critérios já estarem presentes nesta coletânea apenas confirma a imortalidade da música. O sucesso nas paradas foi apenas consequência.
Nostalgia.


Esta estranha antologia das seleções relançamentos da Atlantic de trios data gravações da década de 60 (apesar de ter sido lançado nos 70) de Chick Corea, Herbie Hancock, Keith Jarret além de algumas primeiras gravações talvez difíceis de se obter de McCoy Tyner. Jarret toca com Charlie Haden e Paul Motian em duas originais, ambas mostram óbvia influência de Bill Evans. Chick Corea é acompanhado de Steve Swallow (no baixo acústico ao invés do baixo elétrico que ele passou a tocar pouco tempo depois) e Joe Chambers."Tones for Joan´s Bones" do pianista é bem swingada, mas nada comparável aos seus trabalhos nas décadas seguintes. A próxima música dele é "This Is New" retrabalhada com Joe Farrel e Woody Shaw, ambas as faixas apresentam influência de Bill Evans também. As seleções com Herbie Hancock na verdade vêm do tempo de Ron Carter como líder (com Billy Cobham fechando o trio), mas esses números estão para o líder assim como para Hancock. São as passagens menos interessantes desta coletânea. As faixas de Tyner foram registradas no fim de sua terceira sessão de estúdio com John Coltrane, mesmo que ele já tinha tocado em encontros ao vivo antes com o saxofonista (apesar de nenhum deles terem sido gravados para lançamento comercial). Por não ter mais informações no encarte, uma fica para adivinhar de quem foi a idéia de deixar Coltrane de fora, mas Tyner faz um trabalho de crédito com "Lazy Bird" do artista sem seu líder e põe seu distinto carimbo em "In Your Own Sweet Way" de Dave Brubeck. Essas duas raras seleções provam ser o motivo maior para se comprar este CD.
For jazz lovers.

Alice in Chains - Greatest Hits


"Greatest Hits" não é, infelizmente, o antídoto para a compilação fiasco de "Nothing Safe: Best of the Box", mas sim uma amostra com dez músicas da carreira de Alice in Chains com baixo custo. As canções são na maioria boas e bem escolhidas, mas infelizmente, há simplesmente muito poucas. "Greatest Hits" servirá as necessidades dos fâs casuais que somente querem dez das melhores músicas de Alice in Chains em um só disco sem gastar muita grana, mas existem muitos outros bons momentos no catálogo da banda para fazer desta uma boa compra no final das contas.
Maybe just what you wanted.


Wilson Pickett - Wilson Pickett´s Greatest Hits


Wilson Pickett foi um dos mais consistentemente fortes artistas da grande era do soul da década de 60, mas como os outros de R&B da época ele foi grande em seus singles, não em seus albuns, e apesar dele ter lançado alguns albuns legais na época, uma compilação ainda é o melhor lugar para começar a escutar tratando-se deste tremendo artista. Originalmente lançado em 1973 como um LP duplo, "Wilson Pickett´s Greatest Hits" sofreu um upgrade para CD em meados de 80, e apesar de ter sido superado pelo mais eficiente "The Very Best of Wilson Pickett" e mais ainda através de "A Man and a Half: The Best of Wilson Pickett", este album ainda contém 24 performances estelares dos tempos de glória de Wilson (incluindo três gravações de seu grupo anterior The Falcons). Poucas escolhas ficaram realmente fracas, apesar de não completamente ruins, as versões de "Sugar, Sugar" e "You Keep Hangin´ Me On" poderiam muito bem ter sido deixadas para serem esquecidas na história. Entretanto não há do que reclamar de um album que contém "Mustang Sally", "Land of 1000 Dances", "In the Midnight Hour", "Funky Broadway" e "634-5789 (Soulsville U.S.A.).
Não é a melhor compilação de Wilson Pickett, mas ainda muito boa, especialmente para os colecionadores que conseguirem achar o disco em alguma promoção em mercados ou lojas.
Blast from the past.

Little Richard - Get Down With It: The Okeh Sessions

Ótimo trabalho compilado de várias versões do homem que deu origem ao rock and roll, Richard Wayne Penniman. Vulgo Little Richard.
As canções aqui não são "Good Golly, Miss Molly" ou "Long Tall Sally", por isso é um album mais recomendado para fãs de longa data. Porém não há nada que se desapontar.
Strong set.

James Brown - Sex Machine: The Very Best of James Brown


Grande coletânea de uma das figuras mais influentes da música popular. São 20 músicas do avô do funk, abrangendo um longo espaço de tempo. Os maiores hits de sua carreira estão aqui.
Soul and funk to the bone.

T-Bone Walker - T-Bone Blues

Album indispensável deste guitar hero que é um dos maiores de todos os tempos. O som é excelente para gravações de meados dos anos 50 e limpas como cristal, na regravação de "Call It Stormy Day" por exemplo é possível imaginar T-Bone tocando onde você estiver. A gravadora Atlantic arriscou mandar T-Bone para Chicago em 1955 para encontrar-se com Junior Wells e Jimmy Rogers, o resultado foi "Why Not" e "Papa Ain't Salty", duas pérolas. Após essa boa surpresa como resultado a gravadora mandou T-Bone para L.A. em 1956-57 para mais encontros com outros artistas, o resultado foi a furiosa instrumental "Two Bones and a Pick", em que T-Bone duela com seu sobrinho R.S. Rankin e o jazzista Barney Kessel.
É um daqueles albums que fazem a gente pensar onde foi parar a música negra atualmente, onde 50cents da vida cospem porcaria e envergonham até mesmo o espectador.
Top-notch T-rrific.

Who Cares - Compilation LP

Coletânea matadora do começinho dos anos 80 do sul da California. O som é beach punk e a pauleira come solta.
A coletânea inclui a primeira banda do skatista profissional das antigas Duane Peters (Political Crap) que depois formou o U.S. Bombs. O som é beach punk como o resto, mas bem mais malaco e agressivo. Punk puro e cru. As letras do "Master of Disaster" (apelido de Peters), são sobre raiva adolescente, medos e ansiedade sobre crescer para a vida adulta. De fato a autenticidade é incontestável, ele retratou sua própria vida nas letras. "Slow Death" por exemplo eterniza um momento no história do punk californiano, que até então nunca viu tamanho desespero e raiva contra o futuro da sociedade gravados antes. Para os velhos punkrockers hoje em dia ouvir esta música é uma lembrança para não morrer lentamente como o resto, fazer o possível para que isso não aconteça.
O cara leva o crédito por ter inventado muitas manobras incluíndo "acid drop" para dentro de uma piscina/bowl, o "layback grind", o "Indy air", o "Sweeper", o "backside layback grind revert", o "fakie hang-up" (também conhecido como "Disaster"), o "invert revert", o "fakie thruster", e o "loop of death", que é uma rotação de 360 graus em um loop especialmente projetado. Ele também juntamente com Neil Blender ajudou a evoluir o footplant no mais dinâmico fastplant. Peters foi um dos primeiros skatistas profissionais a abraçar o punk rock cortando seu cabelo curto e estreitando seus jeans enquanto o resto ainda vestia moda anos 70. Saiu há não muito tempo atrás um documentário sobre a vida de Peters, chamado também "Who Cares" com uma trilha sonora bem legal e bastante imagens de skateboard vintage. O cara é uma lenda viva do skateboard aos 49 anos de idade.
As outras bandas são parte do que foi o grande celeiro do sul da California no final da década de 70 e começo de 80, que estava no seu auge. Para quem viveu esta época, lá era impressionante ver o pipocar de bandas nesse período, algumas que vingaram, outras que desapareceram tão rápido quanto surgiram. Algumas obscuras e outras que vendem discos até hoje. Em 1981, a American Standard Records, que foi uma gravadora que também talvez tenha lançado apenas essa coletânea, resolveu gravar e lançar bandas inéditas até então. The Chiefs tinha um 7" e uma aparição em outra coletânea, Shattered Faith ainda não tinha lançado seu 7" pela Posh Boy e AKA e Suspects nunca tinham lançado nada e acabaram não lançando depois também. A única banda ainda existente e ainda fazendo shows é a Shattered Faith, mas virou Firecracker 500.
O album foi inteiro gravado no Sound Off Studios em Compton, CA, lugar que ficou conhecido o berço do gangsta rap com N.W.A. anos depois. Estúdio que já era nos dias de hoje.
Um album com canções escritas por adolescentes 30 anos atrás e com um conteúdo que até hoje a música porcamente consegue reproduzir, ou até mesmo nunca mais irá conseguir.
Uma coletânea que merece um relançamento em CD por algum selo atual pois o material é histórico e de primeira no estilo. Também quem tenha informações adicionais sobre as bandas e queira contribuir com informações pedimos que entre em contato para divulgarmos.
Old School.

Social Distortion - Greatest Hits


Compilação da banda lançada em 2007. O album inclui singles de sucesso desde "Mommy's Little Monster" até "Sex, Love and Rock 'n' Roll", além de uma faixa inédita "Far Behind" que também tornou-se single. Somente não inclui músicas do "Mainliner", que é um album compilação com faixas antigas não lançadas anteriormente.
"Far Behind" é a primeira faixa gravada com a nova formação com Mike Ness, Jonny "2 Bags" Wickersham, Brent Harding e Charlie Quintana.
Existe uma versão limitada do album em vinil contendo uma entrevista com Mike Ness. Também há um cover de Chuck Berry, que faz parte do album, mas fica somente disponível para download no iTunes.
O album até que vendeu relativamente bem para os dias de hoje nos Estados Unidos, e alcançou boas posições nas paradas.
Neste album a banda teve oportunidade de regravar alguns clássicos e passar os direitos sobre as músicas para eles mesmos saindo das garras da Epic, a gravadora antiga.
Em geral uma compilação definitiva da banda, clássico após clássico. Após anos na ativa a banda é uma lição de punk rock e resistência, com uma trajetória marcada por problemas com a lei, vício em drogas, morte e mudanças de formação. As regravações ficaram ótimas e não foram alteradas das versões originais, somente melhoradas como produto final.
Album recomendado tanto para os velhos fãs da banda quanto para os iniciantes no som do SxDx.
Excelent material!

Ignite - Best of: 1994-2004

Velha banda conhecida de hardcore melódico de Orange County, California. Não apenas mais uma banda dentre tantas provenientes deste celeiro. Eles não usam maquilagem, não fazem pose e nem são saudosistas de um estilo quase morto. Mas sim, são um grupo que toca junto a mais de dez anos, com relativo sucesso e com uma grande militância, politicamente engajados em vários setores fora da música. Com uma base de fãs em mais de trinta países.
Grande coletânea contendo 25 músicas que vai desde o primeiro disco até o penúltimo. Incluíndo "Veteran", "Burned Up" e "Run".
Ótima pedida para os fãs do vocalista com o nome mais legal do hardcore, Zoltán. Lembrando que tem músicas com os outros vocalistas antigos também.
Discaço!

Iron Maiden - Edward the Great


Terceira coletânea lançada pelos pioneiros do metal (contando com o video game de 1999, "Ed Hunter", que vinha com um CD de 20 músicas escolhidas pelos fãs), em 2002 junto com o box massivo "Eddie's Archive" como uma forma de introduzir novos fãs à banda. Entretanto muitos fãs antigos reclamaram da falta de material exclusivo e raro, também da ausência de material dos dois primeiros albums com Paul Di'Anno nos vocais.
Em 2005 uma edição revisada foi lançada na Europa, Asia e América do Sul com uma lista de músicas um pouco diferente. A versão aqui em questão é a antiga.
Como toda coletânea mais uma vez algumas escolhas são questionáveis como "Bring Your Daughter to the Slaughter" e a falta de "Hallowed Be Thy Name" por exemplo.
Para quem gosta do estilo e não tem vários discos da banda a coletânea é uma boa, mas para fãs que possuem os albums fica meio dispensável.
Skip this album if you dare.

Various Artists - Spanglish 101

Album compilação lançado pela Kool Arrow Records, selo de propriedade da turma do Brujeria (ex baixista do Faith No More, Billy Gould).
Citando palavras dos mesmos: "English still dominates world culture, but there are scenes growing all over the world, with their own agendas. The musicians from these scenes are playing their own music on their own terms and in their own languages; contemporary music in their own context. You might hear songs in English when you turn on the radio now, but if these bands have their way, the world will be speaking their language. Koolarrow and I want to contribute to this evolutionary process by bringing you up to date with the latest fusion of spoken communication and culture. Using music as our teaching format, we present you with some of the world's brightest professors from this new school of change. The class we offer is Spanglish 101! Without Hate, Juan Brujo, Brujeria"
Compilado por Juan Brujo, o homem de frente que vive com facão na mão, o CD tem um punhado de músicas bem legais, incluíndo a hilária "Don Quijote Marijuana", que foi um sucesso latino dos anos 80 chamado "Don Quijote y Sancho Panza", de rolar de rir. As bandas são todas cross-border cantando em inglês e espanhol, e representam bem a nova guarda chicana de som pesado, incluíndo bom rap com o Control Machete. A mistura de gêneros irrita um pouco e pode-se detectar algumas músicas mais deslocadas e fracas, mas cabe ao ouvinte interpretar isso.
Bom para abrir os horizontes e comprovar que os latinos não são só salsa e merengue.
Awesome album pendejos!

The Exploited - Singles Collection



Coletânea de varios EPs da banda. Um amontoado de clássicos da banda escocesa que tinha as cabeleiras mais loucas do mundo na década de 80.
The Exploited é uma banda clássica e inegável, dispensa comentários aqui.
Punks not Dead!

Minor Threat - Complete Discography

Compilação lançada em 1989 pelo selo próprio da banda Dischord Records. Apesar do nome algumas demos e músicas faltam neste album.
O som do Minor Threat é daqueles não tão fáceis na primeira audição. É rápido e não apresenta as melodias comuns ao gênero, ficando até difícil de entender as letras. Mas tudo muito compreensível entendendo-se o contexto do album no período em que foi lançado. E uma vez que o ouvinte compreenda um pouco o espírito da banda, ele é fisgado. Até mesmo para quem não é adepto do estilo ou movimento musical straight edge, as letras são tão honestas e brutais que fazem qualquer ídolo punk como Sex Pistols cair por terra e parecerem esquemas comerciais (neste caso, comprovadamente). Canções revolucionárias para sua época, e uma banda inusitada em sua atitude.
A capa já usada até pela Nike em propaganda é uma foto do irmão mais novo do vocalista Ian MacKaye, Alec MacKaye. A capa do disco tem duas versões, uma vermelha e uma azul, a vermelha atualmente encontra-se esgotada.
Este album e banda transcendem qualquer rótulo babaca e desafiam toda uma era.
Not a bad way to become acquainted with hardcore.