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Parkway Drive + Heaven Shall Burn + Project 46 - Curitiba 07/02/14

 
A abertura do Music Hall em Curitiba estava marcada para as 19:00h, mas para não perder o costume, houve um atraso de quase 20mins. Mas tudo bem, todos que lá estavam sabiam que seria um showzaço, portanto a pequena espera foi válida.
A primeira banda a tocar foi Project 46, de São Paulo-SP, representando o cenário nacional do gênero. Encontramos os músicos na entrada da casa. Conversas, fotos, risadas, etc. Pessoal muito gente boa. E o show dos caras valeu muito a pena.
Depois chega a vez de Heaven Shall Burn, com uma setlist clássica. A galera ficou bem animada ao ouvir músicas memoráveis como Endzeit, Hunters Will Be Hunted e Black Tears. O show em si foi muito animado. Os alemães foram muito gentis com o público, conversavam com todos, tiravam fotos, e claro... Reclamavam do calor que assola a capital mais fria do Brasil neste verão. A interação entre a banda e a galera que se apertava na grade era muito legal.
E por fim, a banda mais esperada da noite. Parkway Drive. Os australianos fizeram a alegria de todos que foram. Uma banda muito boa. Os caras, assim como Heaven Shall Burn, interagiram muito com o público. Setlist só com as melhores. Karma, Home Is For The Heartless, Dark Days e por aí vai. Ao final do show, nem as grades, nem os seguranças, nem ninguém conseguiu segurar a onda de fãs que subiram ao palco. Essa "invasão" já é clássica em qualquer show dos caras, independentemente de onde for. Só que nessa hora o segurança agrediu um rapaz que pulava. Até os caras da banda repudiaram a atitude dele. Me lembro muito bem de Luke Kilpatrick, um dos guitarristas, chegando no ouvido do segurança e dizendo "No, Don't do that man, Stop it". Foram até ver como estava o rapaz que foi aplaudido por todos.
Mas é isso ae. Foi um show excelente. Só bandas boas. Mas tirando as músicas, acho que a questão da interação entre bandas-público foi o que mais me chamou a atenção. Nunca havia ido a um show onde essa interação fosse tão relevante assim. Valeu muito a pena, e quem não foi perdeu!






Cannibal Corpse - Curitiba - 22/06/2013






Mais uma vez o Brasil tem a honra de receber os experts do Death Metal. Em 2013, a banda Cannibal Corpse se apresentou em quatro shows, e um deles na cidade de Curitiba. A banda fez esta turnê em comemoração aos seus bem aproveitados 25 anos de Death Metal.

O show em Curitiba ocorreu no dia 22 de junho, em uma gelada noite. A casa abriu suas portas por volta das 18:30h, porém o espetáculo só começaria perto das 20h. E foi perto deste horário em que a maioria dos fãs começaram a marcar presença. Mas quem chegou cedo não perdeu em nada. Eu mesmo tive a oportunidade de conhecer os caras da banda, que são muito simpáticos e comunicativos, adoram conversar e fazer piada de tudo. 

Bem, vamos ao que realmente interessa. A banda apresentou uma setlist com as clássicas. Começando por Skull Full of Maggots, que já é uma faixa que entrou para as 'obrigatórias' em shows ao vivo de Cannibal Corpse. Logo no início do show, Corpsegrinder já vinha incendiando o público lá presente.

Uma única coisa que percebi, através de conversas com a galera que foi ao show, foi o descontentamento com o fato do álbum Torture não ter sido tocado com um número razoável de músicas. Deste último álbum, ouvimos Demented Agression, Encased In Concrete e Scourge of Iron apenas.

Mesmo assim o show não perdeu força e muito menos brutalidade. Foram tocadas músicas desde o álbum Eaten Back To Life até Torture, como já foi dito anteriormente. Músicas memoráveis como Sentenced to Burn e Addicted to Vaginal Skin foram apreciadas pelos presentes.

Algo que sempre vemos, seja em videos ou até mesmo ao vivo, é a performance dos caras. Alex Webster e seu estilo único de tocar, as guitarras de Pat e Barrett, a bateria de Paul e os vocais incomparáveis de George Corpsegrinder.

Obviamente que a banda tocou aquelas músicas que não podem faltar em seus shows, como Hammer Smashed Face e Stripped, Raped and Strangled. Hammer Smashed face foi tocada em memória ao falecido guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman, onde todos aplaudiram e atenderam ao pedido de Corpsegrinder, entrando no Mosh Pit frenético.

Ao final do show, pudemos ver claramente a satisfação daqueles que lá compareceram. Todos rindo e comentando sobre. Com certeza foi um excelente show, e esperamos que a banda volte mais vezes a cidade para apreciarmos mais do bom e velho Death Metal de Cannibal Corpse.

Foi um total de 20 músicas que levaram todos ao delírio. Tenho certeza que a maioria saiu do Curitiba Music Hall com uma tremenda dor no pescoço e um largo sorriso no rosto.