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Max Raptor - Portraits


Se é power pop post-punk com um toque contemporâneo que você procura, então não precisa olhar além do mini album de estréia "Portraits" da banda baseada em Midlands, Max Raptor.
Desde a primeira "The King is Dead" o som está cheio rock guiado por guitarras pegajosas. Na faixa 2 "The Great and the Good" é de se pensar, sim, uma banda com algo novo a dizer. É legal ver bandas que refletem seus tempos. Nos meus tempos de VHS e zines trocados pelo correio, havia bandas cheias de raiva assim.
A faixa 3 "Beasts", poderia ser um single de sucesso se tivesse divulgação no rádio. A faixa 4 "Obey the Whips" não fraqueja e parece um Dave Grohl da era Foo Fighters de quando eles ainda eram bons. Em "Carolina" fica claro que estava a uma aparição no Later With Jools Holland de estourar para valer. "Patron Saint (Of Nothing)" parece uma favorita de festival de verão.
No geral tem uma mistura de Killing Joke, The Clash e Red Lorry Yellow Lorry. Max Raptor tem aquela atitude british punk o que faz sem preguiça e ao contrário de outros grupos, de uma maneira sem parecer falso. Eles tem tocado ao vivo por anos anos e parece que acabaram colhendo frutos. Em "Portraits" o produtor Dan Weller captura a distinta energia da banda tocando ao vivo, como deveria ser.
Vale uma conferida.
Good debut.

Foo Fighters - Greatest Hits


Quase 15 anos depois de seu album de estréia, Foo Fighters lançou seu primeiro "Greatest Hits", uma retrospectiva de 15 faixas (16 se contar com a versão acústica de "Everlong") cobrindo seus seis albuns de 1995 a 2007. "Greatest Hits" não foi arranjado cronologicamente, o que não é um detrimento. No máximo, pulando e voltando nos anos só prova ainda mais o quão consistente os Foos foram, sempre mandando um rock direto com refrões pegajosos e bem sacados. As únicas exceções à regra são as duas faixas lo-fi "Big Me" e "This Is a Call", com "I´ll Stick Around" sendo uma inexplicável omissão nesta compilação ("Walking After You", "DOA", "Stacked Doctors" e "No Way Back" também ficaram de fora) as duas faixas são do album de estréia de 1995, quando a banda era só Dave Grohl gravando em casa. Tirando esses dois sons, o resto é todo muscular e potente rock moderno, coisa que os Foo Fighters quase que patentearam, com tamanha consistência que dá impressão dos albuns se misturarem, o que resultou em uma poderosa coletânea de sucessos.

Jane´s Addiction - Strays


Mais de duas décadas atrás, Jane´s Addiction emergiu da bagunçada cena punk/metal/glam de Los Angeles como uma bola de sons e imagens mutantes. Liderada pelo enigmático Perry Farrel, a banda lançou-se à frente com sua mistura única de influências musicais, abrindo caminho para o gênero que tornaria-se conhecido como alternativo.
Uma breve carreira se encerrava enquanto a banda desmontava-se em uma névoa de drogas e amargura, deixando somente um punhado de registros (com uma impressionante reputação entretanto) como legado. A importância de Janes´s Addiction para a germinação da música dos anos 90 é uma dádiva, e é surpreendentemente irônico que o grupo não estivesse em pé tempo suficiente para aproveitar os resultados. Depois do grupo desmanchar-se, Farrel formou o Porno For Pyros com o baterista Stephen Perkins, e alavancou o conceito do bem sucedido festival Lollapalooza. O baixista Eric Avery buscou outros interesses, enquanto o guitarrista Dave Navarro focou-se em seu talento como membro substituto no Red Hot Chili Peppers (A relação incestuosa entre Jane´s e Peppers continuou, até o ás baixista dos Chili, Flea juntou-se a Navarro, Farrel e Perkins por um breve período em 1997).
Após tão extenso período de tempo separados, parecia pouco provável que Jane´s Addiction se reconciliaria para gravar um novo album, tão pouco produzir um belo trabalho como "Strays". Foi exatamente o que a banda fez.
Mais velhos, mais maduros, mais tolerantes, e em geral mais limpos, Farrell, Navarro e Perkins juntaram forças com o baixista Chris Chaney na versão novo milênio de seu reverenciado grupo (Avery preferiu não voltar grande parte por suas pendengas ainda existentes com Farrell). Enquanto os fãs leais ficaram felicíssimos com o novo disco, ele foi um salto à frente do Jane´s Addiction que as pessoas conheciam e amavam de muitos anos atrás.
Talvez um sinal do amadurecimento do grupo, talvez meramente um reflexo dos novos tempos, "Strays" é um album de rock feito a nível de expert, com uma latente falta da sensibilidade alternativa da Jane´s do início. O choro agudo atormentado de Farrell se foi, substituído ao invés por vocais mais ricos e cheios de emoção. O estilo poderoso porém limitado de Navarro amadureceu em riffs pesados mais ornamentados remanescentes dos melhores trabalhos de Slash. A bateria de Perkins é complementada pelo alto nível de estúdio de Chaney, fazendo assim uma fundação rítmica precisa. Adicione à mistura os talentos monstruosos de Bob Ezrin na produção, o resultado final acaba sendo "Strays".
A visão e as letras de Farrell sempre foram a força guia por trás dos sucessos gravados da banda, particularmente o aclamado album "Ritual de lo Habitual". Há lembranças do som tradicional da Jane´s nas novas canções "Price I Pay" e "Everybody´s Friend", onde a sensibilidade de Farrell é enfatizada pela familiar melancolia, fazendo esse par de faixas ficar o mais perto do Jane´s antigo do que qualquer outra em "Strays". Mesmo que o conteúdo lírico do album seja consistentemente forte, as nove faixas restantes adquirem verdadeira vida através do eletrizante trabalho de guitarra de Navarro. "True Nature" e "Just Because" podem ter sido mais visíveis por causa da exposição de radio/video, mas "Superhero" e "Wrong Girl" servem como a revelação do guitarrista, enquanto ele impressiona os ouvintes com uma superba execução e estampa o album com seu distinto estilo pesado.
Até mesmo Perkins teve a chance de curtir estar sob os holofotes, quando sua feroz bateria abre caminho em "Hypersonic", três minutos e meio de boa música veloz. É facilmente a faixa mais dinâmica das 11 oferecidas.
No começo dos 90, comparações entre Jane´s Addiction e bandas de rock pesadas poderiam ser vistas como heresias de música alternativa. Dito isso, essa nova encarnação da banda, com seu som mais orientado para os riffs, lembra mais de perto a destreza original de Led Zeppelin do que qualquer coisa da era original da Jane´s.
O album de qualquer forma recebeu críticas positivas em geral e serviu como um reencontro longamente esperado pelos fãs. Além do mais, mostrou um amadurecimento da banda em vários sentidos, inclusive entre eles mesmos e suas desavenças do passado.
This addiction isn´t bad for you.


Primus - Frizzle Fry


O primeiro album de estúdio do Primus não poderia ser necessariamente uma surpresa para qualquer um familiarizado com seus dias de "Suck on This", nem menos que uma grande porção daquele album estivesse inclusa aqui. Não que fosse surpresa, mas o que foi prazeiroso foi como facilmente o trio colocou em prática os ritmos espásticos frenéticos, traduzidos tão bem longe dos palcos. Certamente o fato de Les Claypool já ter até feito testes para entrar no Metallica aparece claramente no metalzinho do começo de "To Defy the Laws of Tradition", mas quando ele começa a cantar sobre noivas escolhendo cores diferentes de branco para casamentos, o mundo próprio da banda surge à tona. É fácil perceber em restrospecto o tamanho da bagunça de estilos e influências que formaram o som da banda. Pequenos fragmentos e mínimos plágios de tudo desde o humor bizarro de Frank Zappa ao espelhafato de Funkadelic e Police no início, também Metallica como na faixa título.
O album é uma inspiração para músicos até os dias de hoje.
Early greatness.

Fishbone - Fishbone [EP]

Mesmo não sendo brilhante como os lançamentos posteriores, "Truth and Soul" de 1988 e "The Reality of My Surroundings" de 1991 foram, este EP soou como nenhum outro album da época em 1985. O disco contém somente seis músicas e o lado mais rock da banda ainda não estava presente fazendo deste o trabalho mais ska da banda. A combinação de elementos fez com que este EP influenciasse a cena de ska alternativo dos anos 90 (No Doubt, Sublime, etc.).
O disco contém "Party at Ground Zero", um dos clássicos dos shows da banda e favorita do público. "?(Modern Industry)" foge do convencional e soa bem doidona assim como "Another Generation". O disco abre com "Ugly", uma das favoritas dos fãs no início da banda, e termina com "Lyin´ Ass Bitch" que soa um pouco em desacordo com a chatice politicamente correta que surgiu nos anos 90.
Este EP continua sendo importante para os dias de hoje, foi a semente de um estilo ainda bastante tocado.
Underground classic.

Audioslave - Audioslave

A raiva incontida de Kurt Cobain voltou na forma de seus diários, Pearl Jam pareceu também tentar resgatar sua essência original, e ser amado novamente como foi. Mas nada parecia fazer alguém querer tirar sua velha camiseta do Lollapalooza lá de baixo das pilhas de roupas novamente, a não ser a voz poderosa de Chris Cornell novamente em sua velha forma. No Audioslave em sua colaboração com os três ex membros do Rage Against the Machine, Cornell consegue relembrar sua velha forma no Soundgarden plenamente. Perto dele os vocaizinhos de nu metal parecem adolescentes de bandas de garagem.
O retorno de sua voz poderosa foi tão inesperada quanto o lançado do album em si. Em seu único lançamento pós Soundgarden, sua voz tinha decaído e ele parecia ser uma má opção lógica para o lugar dos gritos nervosos de Zack de la Rocha. Cornell chegou até a desistir no meio da tour de verão da banda, e este album parecia ter um futuro nebuloso. Sem contar as declarações recentes de ambos os lados, Cornell e banda.
"Audioslave" foi muito mais sucesso do que fracasso apesar de tudo, e um grande exemplo de que os opostos podem dar certo. Em uma estranha tática reversa seu vocal arrebenta enquanto a banda segura a onda mas sem perder seu poder de fogo. O resultado não foi um Rage piorado ou falsificado, e sim mais uma continuação de "Superunknown" do Soundgarden que Cornell jamais poderia imaginar. As músicas mais contemplativas como "I Am the Highway" possuem o dedinho de Rick Rubin, como fez com Red Hot Chilli Peppers, e acaba sendo uma "Black Hole Sun" com algumas serpentinas e confetes em volta.
Tudo pareceu na época más notícias para os fãs de Rage sedentos das guitarras estilo scratches de Morello e as oratórias políticas de Zack. Porém há pitadas disso neste album, como por exemplo em "Cochise", que fala sobre o chefe Apache enquanto as guitarras de Morello no estilo velho do Rage gritam como um alarme de incêndio.
De qualquer forma é um album sem ressentimentos para ambos os lados, tratando-se dos fãs, pois o som da banda aqui é de primeira. Só torce o nariz quem for teimoso mesmo.
Great rock album in a long time.

Sinch - Clearing the Channel


Quando a maioria dos executivos de gravadoras pensam em Philadelphia, eles tendem a relacionar a cidade com R&B, jazz e hip-hop mais do que rock. Eles pensam em Gamble & Huff, Teddy Pendergrass, os Stylistics e os Intruders nos anos 70, ou Jill Scott, Roots, Eve e Beanie Sigel nos 90 e 2000. Eles pensam em John Coltrane, Lee Morgan, McCoy Tyner e vários outros pesos pesados do jazz que vieram da terra dos cheese-steaks, casas coladas e políticos inescrupulosos. Mas o fato dos caça talentos das gravadoras ignorarem a cena rock de Philly não quer dizer que a cidade não tenha muita atividade rock, e Sinch é uma das muitas bandas legais da área que arrebanhou fãs localmente nos anos 90 mesmo não sendo conhecidos nacionalmente. Mesmo que Sinch não seja a banda mais original e seminal do mundo, eles geralmente produzem um rock/post-grunge respeitável. Este lançamento de 2005, que vem após 11 anos da formação da banda, é uma boa demonstração da pegada rock pesado e também melódico deles. E como vários outras banda pós grunge, Sinch mostra que introspecção e volume não são coisas que não podem andar juntas. A banda soa agressiva a maioria do tempo, mas as letras são introspectivas e sombrias. Eles levam a herança de Pearl Jam/Stone Temple Pilots/Nirvana/Bush a sério, fazendo músicas bem derivadas porém bem legais. Novamente, ninguém irá acusar "Clearing the Channel" de tentar reinventar o rock/post-grunge alternativo, mas em termos gerais, o album é um sucesso. E serve como um lembrete de que a reputação de Philly como Mecca do R&B e jazz é bem merecida, e que porém sua contribuição para o rock não deve ser subestimada.
Very good alt rock cd.

Red Hot Chili Peppers - By the Way


 O oitavo album de estúdio de Red Hot Chili Peppers mostra os garanhões da California explorando estradas mais melódicas de harmonias e texturas, contrastando com o pioneirismo, dos becos funky do início. Por sorte, com esse som mais sofisticado, os Peppers não sacrificaram nenhuma de suas paixões pela vida, amor universal, energética marca registrada e (é claro) luxúria. Ainda que tenham gravado o provocativo "The Abbey Road E.P." em 1988, este album na verdade soa bem mais parecido com o "Abbey Road" dos Beatles, com um pouco de "Pet Sounds" e elementos dos arranjos luxuriantes de Phil Spector tudo destilado através dos experientes estilos funk-pop da banda. Vocais harmônicos e arranjos de cordas entraram no lugar de alguns dos baixos slap que inicialmente fizeram da banda reconhecida, mas fãs de ambos estilos do gentil e do agressivo Chili Peppers facilmente abraçam o primeiro single e faixa título, "By the Way". De fato, essa música por si só poderia contar uma breve história de tudo que Red Hot Chili Peppers já gravaram: incendioso funk de Hollywood, harmonias gentis, um pouco de letras sobre garotas, um pouco de curtir pelas ruas no verão, algumas rimas rápidas de Anthony Kiedis e algumas linhas de baixo nervosas de Flea. A canção toca como uma verão de áudio de um episódio de Behind the Music da VH1 de três minutos e meio. Em geral, o album tende mais para o lado melódico da obra da banda, mas eles despontaram para esse mais gentil e refinado modo de trabalhar progressivamente pouco a pouco, album a album. O que antes eram instantes espásticos de um estilo de vida punk-funk, cresceram em curtas porém coerentes histórias de introspecção e "Californication". Embora o passo do album dê uns tropeços algumas vezes (especialmente nos versos, os refrões são todos bem legais), é reconfortante ver que os quatro Chili Peppers continuam a crescer mais maduros e seguros de si mesmos, suas composições e habilidades parecem seguir uma cronologia adequada.
Sometimes, change is a good thing.
Megaupload

311 - Dammit!



Primeiro lançamento independente da banda, lançado pelo selo próprio What Have You Records em 1990. Este album está fora de catálogo e hoje em dia é bastante raro. Foram feitas somente 300 cópias em k7.
A engenharia de estúdio fica por conta Tom Lippold, gravado em 1989 no IEV Studios em Omaha, Nebraska. Na foto da capa da esquerda para direita estão P-Nut, Chad, Nick e Jim Watson.
Som de primeira que captura o espírito original da banda.
Fuck the bullshit! This is 311!

Hüsker Dü - Warehouse Songs and Stories

Diferente da maioria das bandas,o Husker Du teve seu fim antes da decadência,e nos deixou com simplesmente essa obra prima "Warehouse Songs and Stories" de 1987.Em Warehouse, eles mandam bala naquilo que os Pixies souberam trabalhar depois - e que o Nirvana incorporou para se tornar a maior banda do mundo (em 1991, Bob Mould recusou o convite do então discipulo Kurt Cobain para produzir Nevermind. Sobrou para Butch Vig).Antes de Warehouse,o Husker Du não passava de uma simples banda independente,dando coices hardcore,como em seu álbum de estréia "Land Speed Record" de 1981.
O Hüsker Dü foi uma das primeiras bandas pós-punk americano dos anos 1980 a assinar com uma grande gravadora - o império Warner Bros os capturou em 1986. Depois de soltarem o belo (e surpreendentemente otimista) Candy Apple Grey, Mould e Hart abriram o registro para jorrar Warehouse. O som do LP, segundo álbum duplo da carreira do Hüsker Dü (o primeiro foi a obra de barulheira conceitual Zen Arcade), é de chorar. Paredes de guitarra mouldiana como reboco da cozinha firme de Norton e Hart, vocais humanos (de urros a sussurros) com harmonias bastardas dos Beatles. E coloridos de ritmo em que convivem valsa-punk ("She Floated Away"), 1-2-3-4 ramonesístico (a suprema "Could You Be the One") e rockabilly desnorteado ("Actual Condiction"). As letras seguram ainda mais. O Hüsker Dü montou um mosaico da vida corriqueira: ansiedades, paixões em desenvolvimento e/ou mal resolvidas ("Could You Be the One", "Standing in the Rain", "Ice Cold Ice"), responsabilidades assumidas ("Charity, Chastity, Prudence and Hope"), desmoronamentos emocionais ("She Floated Away"), pequenas alegrias ("These Important Years"). Bob Mould, homossexual discreto que se recusa a levantar bandeiras, tem sensibilidade para escrever feridas abertas que se aplicam a heteros, homos e pessoas que assistem a comerciais de jóias de madrugada. Basta prestar atenção no cenário descrito em "Standing in the Rain", que narra o fora levado por Mould num encontro - quem não passou por uma situação dessas? Hart não fica atrás. Com compositores desses, como a banda acabou? Como? Não sei. Acabou. Mould formou e separou o Sugar no meio de sua carreira solo. Hart montou uma banda, Nova Mob, que entrou em parafuso e está só também. O bigodudo Greg Norton hoje é um mero chefe de cozinha depois que o Hüsker Dü passou a ter começo, meio e fim. Mediafire

Husker Dü - Zen Arcade


A banda americana de Minessota,Husker Dü,é um clássico do rock oitentista."Zen Arcade",é o terceiro disco da banda,lançado pela clássica SST Records.Ataque sonoro, agressividade, melodias perfeitas, punch inigualável e inúmeras outras características marcam "Zen Arcade". Ouça 'Something I Learned Today', 'Broken Home, Broken Heart', 'Chartered Trips', 'Indecision Time', 'Beyond the Threshold', 'The Biggest Lie' 'Somewhere' e 'Pink Turns to Blue' e entenda. Perfeito! Mediafire

Various Artists - Spanglish 101

Album compilação lançado pela Kool Arrow Records, selo de propriedade da turma do Brujeria (ex baixista do Faith No More, Billy Gould).
Citando palavras dos mesmos: "English still dominates world culture, but there are scenes growing all over the world, with their own agendas. The musicians from these scenes are playing their own music on their own terms and in their own languages; contemporary music in their own context. You might hear songs in English when you turn on the radio now, but if these bands have their way, the world will be speaking their language. Koolarrow and I want to contribute to this evolutionary process by bringing you up to date with the latest fusion of spoken communication and culture. Using music as our teaching format, we present you with some of the world's brightest professors from this new school of change. The class we offer is Spanglish 101! Without Hate, Juan Brujo, Brujeria"
Compilado por Juan Brujo, o homem de frente que vive com facão na mão, o CD tem um punhado de músicas bem legais, incluíndo a hilária "Don Quijote Marijuana", que foi um sucesso latino dos anos 80 chamado "Don Quijote y Sancho Panza", de rolar de rir. As bandas são todas cross-border cantando em inglês e espanhol, e representam bem a nova guarda chicana de som pesado, incluíndo bom rap com o Control Machete. A mistura de gêneros irrita um pouco e pode-se detectar algumas músicas mais deslocadas e fracas, mas cabe ao ouvinte interpretar isso.
Bom para abrir os horizontes e comprovar que os latinos não são só salsa e merengue.
Awesome album pendejos!

The Smiths - The Queen is Dead

The Smiths é uma banda inglesa originária da cidade de Manchester,na Inglaterra.A banda existiu entre 1982 e 1987,mas seu ápice foi no ano de 1984 com o lançamento do primeiro álbum,auto entitulado.O nome da banda é uma brincadeira,porque o sobrenome Smith é o mais comum na Inglaterra (tais como Silva,Santos ou Ferreira no Brasil).Em julho de 1986 os Smiths lançam este disco que muitos consideram ser sua obra-prima.Este álbum esta entre os 10 maiores da história.Destaque para os singles Bigmouth Strikes Again, The Boy With The Thorn in His Side e There Is A Light That Never Goes Out, além de I Know It's Over, uma das mais melancólicas letras de Morrissey. Mediafire

Bad Brains - Rise

Quinto album de estúdio dos pioneiros do hardcore punk lançado no auge da era grunge em 1993, o primeiro por um selo major. Neste disco o lendário vocalista H.R. é substituído pelo jovem vocalista Israel Joseph I e o baterista Earl Hudson é substituído pelo baterista Mackie Jayson (ex Cro-Mags).
Pode-se facilmente encontrar muitos sentimentos contraditórios sobre este album tanto pela crítica quanto pelos fãs da banda, pela ausência da voz grunhida de HR ou pela ausência do usual até então rápido hardcore trocado por um som mais funk/metal/soul/ska à la Fishbone.
O album não decepciona. A faixa título segue e linha à altura de qualquer musica da banda até então. As canções ska/reggae não seguem muito a linha mais profunda como antes mas não decepcionam também, como o cover de Graham Central Station "Hair", um funk rock bem legal. Em "Coming in Numbers" o vocalista mostra muito talento não devendo nada a HR nos grunhidos e agressividade hardcore. O resto da banda segue a mesma linha, competentíssima, especialmente as guitarras de Dr.Know.
Apesar de ausência de H.R. e de não causar nenhum "riot" em D.C. o album vale a pena ser ouvido e apreciado a qualquer hora.