Showing posts with label instrumental rock. Show all posts
Showing posts with label instrumental rock. Show all posts

Marty Friedman - Dragon´s Kiss


O ex guitarrista do Cacophony, Marty Friedman, libera sua fúria virtuosística no excelente "Dragon´s Kiss", que talvez até hoje seja a melhor amostra de seus talentos solo. Mandando suas sensibilidades heavy metal supersaturadas com textura, imaginação, e uma queda pelo exótico, Friedman provou ser um distinto solista metal. Este esforço todo instrumental marca o fim de uma fase de Friedman mais indulgente e progressivo, porque ele foi logo recrutado pelo Megadeth logo após este album e as influências em "Rust in Peace" aparecem bem.
A classic shred album.

Booker T. & The M.G.´s - Soul Dressing


Montado na maior parte com (não tão bem sucedidos nas paradas) singles de 1963-65, isso aqui é coisa sólida, mas um degrau abaixo das melhores coleções deles. As melhores faixas ("Soul Dressing", "Tic-Tac-Toe", "Can´t Be Still") são geralmente incluídas nas coletâneas best-of da vida, mas "Plum Nellie", apresentando alguns solos ferozes e contundentes de Cropper e Jones, é uma música subestimada.
Great trip back to a more soulful time.



The Ventures - In The Vaults, Vol. 4


Mesmo com um grupo tão prolífico como os Ventures, quando você se depara com um quarto volume de faixas inéditas e raridades, você se pega imaginando o quanto ainda resta nisso tudo para se fazer um CD. Ao mesmo tempo que tudo indica que o que temos aqui não faz parte das melhores até onde o catálogo de raros e não lançados vai, poucas das faixas na verdade são esforços solo de Don Wilson dos Ventures (alguns deles vagamente lembrando os Monkees), ou tiradas de um single de 1961 dos Marksmen do qual Nokie Edwards dos Ventures participou. Além do mais, algumas faixas estavam previamente disponíveis no LP de 1965 "On Stage" mas aparecem aqui sem o overdub do barulho da platéia. E, estranhamente, quase a metade das concessões copiosas das descrições do encarte não falam do conteúdo do CD, mas do papel dos músicos de estúdio nas gravações dos Ventures. Mesmo assim, tudo isso é do pico da banda da era de 60, e é realmente do mesmo nível da maioria dos lançamentos oficiais dos Ventures da época, quando eles estavam lançando tanto material que seria impossível fazer todos os seus lançamentos de qualidade estelar. Se você gosta da marca registrada do som dos Ventures, ela está em evidência através da maioria do set nas linhas de guitarras e trabalho bem montado e compacto, porém as escolhas e arranjos não são seguidamente inspirados como nos melhores materiais deles. Entretanto, há algumas excelentes faixas salvadoras aqui, "Journey to the Stars", "Drivig Guitars", "Echo", "Bumble Bee", "Pedal Pusher" e "Caravan", que já bastam para satisfazer qualquer fanático dos Ventures, mesmo que as melhores tendam a ser as versões sem dub do album "On Stage".
Excelent sound and first-rate material anyway.

The Shadows - 20 Golden Greats


Sem um único tropeço à vista, "20 Golden Greats" voou sem problemas até o topo das paradas do Reino Unido, tornando-se o primeiro album dos Shadows a conseguir essa façanha desde o segundo, lá em 1962. Foi um triunfo merecido, e talvez bem previsível, no auge do punk rock. Uma corrida direta através dos singles do começo e meio dos anos 60 dos Shadows, uma incomparável sequência que estende-se desde "Apache" em 1960 até "The Rise and Fall of Fingel Blunt" em 1964, consome 15 das 20 faixas. O resto do set então escolhe a dedo os próximos quatro anos para aproveitar as menos ouvidas, porém merecedoras de menção "Maroc 7", "Stingray", "The War Lord", "Genie With the Light Brown Lamp", e "A Place in the Sun". É uma coleção dinâmica, então, reunindo os 20 mais importantes sucessos dos Shadows, ao invés de apenas os 20 maiores sucessos, ou as 20 mais conhecidas, ou qualquer outro critério que as coletâneas se baseiam. O fato dos outros critérios já estarem presentes nesta coletânea apenas confirma a imortalidade da música. O sucesso nas paradas foi apenas consequência.
Nostalgia.




Los Straitjackets é uma banda americana de surf rock instrumental formada em Nashville, Tennessee, em 1988. The Utterly Fantastic and Totally Unbelievable Sound of Los Straitjackets    é o álbum de estréia, foi gravado em Julho de 1994. A banda já lançou onze álbuns de estúdio, dois álbuns de colaboração e três álbuns ao vivo.Eddie Angel foi um notável guitarrista rockabilly, tendo se mudado para Nashville no início de 1980 para gravar e tocar com os Planet RockersDanny Amis gravou e tocou com o Raybeats, em seguida, trabalhou como engenheiro de som, em Nashville. Os dois formaram a Los Straitjackets em 1988, com Jimmy Lester, de Nashville que trabalhou e viajou com Robert Gordon. Fizeram vários shows durante o verão daquele ano, mas logo se desfez.
Em 1994, eles voltaram a Los Straitjackets, agora com o baixista Scott Esbeck. Seu primeiro álbum, The Utterly Fantastic and Totally Unbelievable Sound of Los Straitjackets, foi lançado no ano seguinte, pela Upstart Records. No revival pós-surf Pulp Fiction, o grupo começou a atrair seguidores, embora sua música não é inteiramente orientadas para surf.
Ao longo dos próximos anos, a banda desenvolveu um culto através da sua instrumentação apertados e do espectáculo enigmático.Quando os membros da banda executando ao vivo vestindo-se iguais , com roupas pretas, medalhões de ouro asteca personalizado e máscaras de luta livre mexicana. 
Em 1998, Esbeck deixou a banda durante a gravação do The Velvet Touch of Los Straitjackets e foi substituído por Pete Curry, ex-Halibuts, um grupo de revival de surf 1980. Em 2005, Lester saiu e foi substituído por Jason SMAY ("Teen Beat"). Eles se tornaram conhecidos como colaboradores freqüentes, registrando Sing Along With Los Straitjackets com uma série de artistas diferentes. Eles foram nomeados para um Grammy por sua colaboração com o cantor de blues Eddy Clearwater, Rock 'N' Roll City.Conforme o tempo passa, mostram a sua fase, se tornaram mais elaborados. Frequentemente apresentam coreografias, vocalistas convidados, como Eddy "The Chief" Clearwater, George Kaiser da banda escocesa The Kaisers, Big Sandy, ea trupe de dança burlesca The World Famous Pontani SistersNos últimos anos, eles protagonizaram festivo de Natal Mostra durante a época natalina.


John Paul Jones - The Thunderthief

Como em seu primeiro album solo, "The Thunderthief" deixa claro o que John Paul Jones levou para o Led Zeppelin: baixão cadenciado, composições épicas e uma musicalidade impecável. Também deixa claro o que ele não fez para o Led Zeppelin: escrever as letras. As faixas com letras no album são bizonhas e ocasionalmente risíveis, particularmente e faixa título, que soa suspeitosamente como um tapa na cara de Robert Plant, e "Angry Angry", presumidamente uma música punk engraçadinha. Ambas até poderiam subtrair o valor do que seria de qualquer forma um album bem impressionante. Jones toca quase todos os instrumentos no disco e mistura sons de diferentes continentes e eras que pôde pensar. Os melhores momentos do album podem ser as surpresas, como "Down to the River of Pray", com seu clima bluegrass, e "Hoediddle" que começa com uma jam de rock clássico e acaba em um jig irlandês. Em "Freedom Song", Jones mistura sons orientais com filosofia ocidental e de alguma forma fez com que funcionasse. De qualquer forma, "The Thunderthief" é a prova de que John Paul Jones continua a experimentar bravamente em novos territórios, encorajando os mais novos vindo de um homem que poderia já estar descansando em seus louros da vitória.
Out of Zepps shadow.

Andy Timmons - That Was Then, This Is Now

Andy Timmons foi guitarrista, para quem não sabe, da metal farofa Danger Danger. Este CD é uma coleção das músicas que ele gravou solo para a Ear X-tacy Records, mais 5 boas faixas bonus de 2002 que mostram uma nova visão, desenvolvimento e amadurecimento nas composições de Andy. Também aparece outro bonus com "Donna Lee".
Para quem gosta de guitarra é um prato cheio.
Solid technique.

Joe Satriani - Flying in a Blue Dream

Pouco mais de uma hora de duração em um disco cheio de explorações musicais e composições que desafiam a lógica, "Flying in a Blue Dream" é inquestionavelmente Joe Satriani no seu melhor. Quebrando sua tradição instrumental pela primeira vez, ele canta em seis das 18 faixas do disco, incluindo a estranha (como diz o nome) "Strange", a bluseira hard rock "Big Bad Moon", e a acelerada "Can´t Slow Down". A voz de Satriani não é extraordinária, mas encaixa extremamente bem com a música que ele cria, especialmente na pseudo acústica e cheia de sentimento "I Believe". É sua jeito de tocar que realmente impressiona aqui. Seu tom único e estruturas musicais complexas são melhoradas pelo seu estilo único de tocar e o incrível leque de efeitos e truques que consegue tirar de seu instrumento. O disco fecha com a viajante e intrigante "Into the Light", deixando para trás um rastro de admiração. Poderoso e triunfante, este album merece lugar em qualquer coleção.
Must have for Satch fans.