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The Plugz - Electrify Me


Punk rock de L.A. com alguns elementos extras, como pop e rock and roll, além de finos traços de rockabilly. O vocalista Tito Larriva e outros membros estampam suas raízes hispânicas com a versão punk rock de "La Bamba", que na época lhes atraiu atenções. Eles flertam também com reggae na faixa título e até umas pitadas de folk transparecem no album. Tudo isso sem sair do punk raivoso.
Classic L.A. punk.

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The Clash - Give ´Em Enough Rope



Outro clássico, este o segundo album do Clash (Nos USA o album auto-intitulado de estréia saiu 1 ano depois deste aqui), é um assalto sonoro na linha de "Beggar´s Banquet" e "Let It Bleed".
Produzido por Sandy Pearlman, um americano levado pela CBS, o qual era conhecido algumas vezes por seu trabalho com o Blue Öyster Cult, em "Give ´Em Enough Rope" o som parecia suprimido: os agudos não estavam lá e a presença da banda ficou mais leve do que deveria. O disco não tinha pegada. O conceito do produtor apareceu, era para ser um hard rock acessível, e nada melhorou realmente. Por sorte esta é a versão remasterizada e o som não apresenta esses problemas mais. O ataque do Clash continuou rápido e barulhento (punk inglês na lata), mas com sotaques líricos rachando a dura superfície áspera (punk inglês na lata com um pé no futuro). A visão da banda sobre a vida pública (no sentido de que há mais na vida do que segurança e prazer) continuou intacta, também o humor que mantinha aquela visão de degenerações em uma série de slogans que questionavam e mantinham dúvidas honestas. Imagine "I Can´t Explain" do The Who como uma descrição de um mundo em chamas, não uma "apaixonite", e fica mais fácil entender.
Overlooked album.

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Max Raptor - Portraits


Se é power pop post-punk com um toque contemporâneo que você procura, então não precisa olhar além do mini album de estréia "Portraits" da banda baseada em Midlands, Max Raptor.
Desde a primeira "The King is Dead" o som está cheio rock guiado por guitarras pegajosas. Na faixa 2 "The Great and the Good" é de se pensar, sim, uma banda com algo novo a dizer. É legal ver bandas que refletem seus tempos. Nos meus tempos de VHS e zines trocados pelo correio, havia bandas cheias de raiva assim.
A faixa 3 "Beasts", poderia ser um single de sucesso se tivesse divulgação no rádio. A faixa 4 "Obey the Whips" não fraqueja e parece um Dave Grohl da era Foo Fighters de quando eles ainda eram bons. Em "Carolina" fica claro que estava a uma aparição no Later With Jools Holland de estourar para valer. "Patron Saint (Of Nothing)" parece uma favorita de festival de verão.
No geral tem uma mistura de Killing Joke, The Clash e Red Lorry Yellow Lorry. Max Raptor tem aquela atitude british punk o que faz sem preguiça e ao contrário de outros grupos, de uma maneira sem parecer falso. Eles tem tocado ao vivo por anos anos e parece que acabaram colhendo frutos. Em "Portraits" o produtor Dan Weller captura a distinta energia da banda tocando ao vivo, como deveria ser.
Vale uma conferida.
Good debut.

Cosmic Psychos - Go The Hack


Neste terceiro album dos Cosmic Psychos, lançado em 1989 pelo selo Shagpile, e um ano depois pelo Sub Pop, a banda seguiu em frente fazendo o que fazia melhor: rock & roll e punk de garagem sujo, malvado e simples. Os vocais e letras de Dr. Knighty evidenciam o bruto dia a dia do trabalho manual, temperado com uma noitada no pub. Em outras palavras, é som de classe trabalhadora: básico, sem churumelas e bruto. Como Motohead e Rose Tatoo, Cosmic Psychos também tem senso de humor, especialmente em faixas como "Out Of The Band". "Go The Hack" foi o primeiro album da banda a chegar nos Estados Unidos, mesmo que no underground. Desse ponto em diante, a banda nunca mudou sua fórmula. Honestamente, coisa que nunca importou para eles realmente.
Oi! Mate!

Dead Boys - We Have Come for Your Children - 1978


Dead Boys foi uma banda de punk rock formada em Cleveland, Ohio em 1976, vindos todos da banda Rocket From the Tombs de 1974, ao ser dividida em duas, os Dead Boys e o Pere Ubu, ambas importantes no cenário punk\alternativo de Cleveland.Mudando-se para Nova Iorque em 1976, a banda rapidamente ganhou notoriedade pelos seus concertos ao vivo onde gestos grosseiros e profanidade eram as normas, e em mais de uma ocasião, Stiv Bators (vocal) feria sua barriga com o microfone. Eles frequentemente tocavam na lendária casa de rock, o CBGB's, e em 1977 lançam seu primeiro álbum, Young, Loud and Snotty, produzido por Genya Ravan. A canção "Sonic Reducer" é considerada um clássico da música punk.Mais tarde, a gravadora Sire Records começou a pressionar a banda para mudar seu som e seu visual, com isso acaba contribuindo para o fim da banda, que acaba exatamente em 1979. Alguns meses após o seu fim, a banda acaba se reunindo novamente para gravar um álbum ao vivo, no intuito de cumprir suas obrigações contratuais. Para vingar-se da gravadora, Stiv cantou várias músicas fora do microfone, o que impossibilitou o lançamento do álbum na época. Quando o material foi relançado pelo selo Bomp! Records, Stiv regravou seus vocais. Algumas gravações de shows de 1979 fizeram parte do documentário D.O.A., de Lech Kowalski, lançado em 1980.Em 1982, Bators formou a banda Lords of the New Church, com Brian James do The Damned e Dave Tregunna do Sham 69.A banda voltou para vários shows nos anos 1980. Eles regravaram o primeiro álbum com o nome de Younger, Louder and Snottier, que contém além do álbum, versões de demo tape de algumas músicas.Em 1990, Bators morreu na França devido a um acidente de carro.Em setembro de 2004, sem Stiv, a banda se reuniu novamente para um show único em sua terra natal, Cleveland.Em 2005, tocaram no show em benefício ao lendário CBGB. Neste mesmo ano, a banda tocou mais um show no feriado americano de Halloween.

The Damned - Machine Gun Etiquette


Juntando forças sem Brian James, que seguiu interesses próprios desde então (somente jutando-se novamente à banda no final dos 80 para o "farewell" show), os três que sobraram trouxeram o jovem porém veterano Algy Ward do Saints para o baixo, gravaram um album, e seja o que Deus quiser. Isso acabou dando mais do que certo. Enquanto singles entravam nas paradas, "Machine Gun Etiquette" merecidamente era aclamado como mais um clássico da banda. Com o tempo, sua reputação cresceu ao ponto do original "Damned, Damned, Damned". Enquanto não menos forte que aquele album, a banda aqui traz uma variedade de toques e influências para criar um disco que a maioria de seus contemporâneos nunca poderiam nem imaginar. A banda não perdeu seu jeito punk esperto nem um pouco.
A faixa de abertura, "Love Song", é um amontoado engraçado de clichés românticos (exemplo: "I'll be the rubbish, you'll be the bin!") que mal dura dois minutos, enquanto "Noise, Noise Noise" e "Liar" trabalham na mesma veia. Essas, entretando, somente arranham a superfície. "Melody Lee", escrita por Captain Sensible para um personagem favorito dele das tiras de quadrinhos, começa com uma introdução no piano bem bacana, enquanto a raiva celebradora de "I Just Can't Be Happy Today" desemboca da garagem com teclados á la Electric Prunes. Outros pontos altos incluem "Plan 9 Channel 7", uma narrativa de drama épico sobre James Dean e Vampira com um vocal caprichado de Vanian. O casamento macabro de "These Hands" (que pertencem a um palhaço de circo assassino, com direito a música temática, é claro). E a versão para "Looking at You" do MC5. Outra supresa aparece no final com "Smash It Up" dividida em dois números com a primeira um tributo instrumental para um amigo de longa data e herói de Captain Sensible, Marc Bolan. E a segunda parte uma party/pop/punk/rock/r&b para fechar a festa.
Esta reedição em CD inclui algumas faixas adicionais como o cover de "Ballroom Blitz" do Sweet e "White Rabbit" de Grace Slick.
Creative punk.

The DEADBEATS - Kill the Hippies [7" EP]


EPzinho de 1978 de mais uma banda de L.A. punk. Um dos discos mais radicais lançados na época. O som não parece ter sido gravado 30 anos atrás, e as bandas de ska punk atuais precisam dar uma ouvida neste album para entender como se faz.
"Kill the Hippies" é o hit do album, e marca bem que o rock setentista ficou para trás. Punk rock na veia. "Brainless" é toda experimental, estranha e tem um refrãozinho pegajoso.
No lado B temos "Final Ride" e "Deadbeat" dois sons bem legais que lembram uma mistura de Voodoo Glow Skulls e DEVO.
L.A. punk for life!

The Dickies - The Dawn of the Out-Take [7" EP]

Sempre Buzzcocks, Descendents, Hüsker Dü e outros menos afamados que levam o crédito de serem influências ou referências pop-punkers. E os velhos malucos de L.A. dos Dickies? Nada?
Este é um bootleg 7 polegadas de muitos anos atrás. O material contém versões demo de "Cross-Eyed Tammy" e "Monkey See, Monkey Do", músicas que acabaram no album da banda de 1989 "Second Coming". O lado B é uma porcaria qualquer que colocaram para não deixar em branco provavelmente, ou estavam drogados demais.
Punk rock com um toque new wave e power pop. Duas músicas viciantes.
Long live the L.A. punk!

Who Cares - Compilation LP

Coletânea matadora do começinho dos anos 80 do sul da California. O som é beach punk e a pauleira come solta.
A coletânea inclui a primeira banda do skatista profissional das antigas Duane Peters (Political Crap) que depois formou o U.S. Bombs. O som é beach punk como o resto, mas bem mais malaco e agressivo. Punk puro e cru. As letras do "Master of Disaster" (apelido de Peters), são sobre raiva adolescente, medos e ansiedade sobre crescer para a vida adulta. De fato a autenticidade é incontestável, ele retratou sua própria vida nas letras. "Slow Death" por exemplo eterniza um momento no história do punk californiano, que até então nunca viu tamanho desespero e raiva contra o futuro da sociedade gravados antes. Para os velhos punkrockers hoje em dia ouvir esta música é uma lembrança para não morrer lentamente como o resto, fazer o possível para que isso não aconteça.
O cara leva o crédito por ter inventado muitas manobras incluíndo "acid drop" para dentro de uma piscina/bowl, o "layback grind", o "Indy air", o "Sweeper", o "backside layback grind revert", o "fakie hang-up" (também conhecido como "Disaster"), o "invert revert", o "fakie thruster", e o "loop of death", que é uma rotação de 360 graus em um loop especialmente projetado. Ele também juntamente com Neil Blender ajudou a evoluir o footplant no mais dinâmico fastplant. Peters foi um dos primeiros skatistas profissionais a abraçar o punk rock cortando seu cabelo curto e estreitando seus jeans enquanto o resto ainda vestia moda anos 70. Saiu há não muito tempo atrás um documentário sobre a vida de Peters, chamado também "Who Cares" com uma trilha sonora bem legal e bastante imagens de skateboard vintage. O cara é uma lenda viva do skateboard aos 49 anos de idade.
As outras bandas são parte do que foi o grande celeiro do sul da California no final da década de 70 e começo de 80, que estava no seu auge. Para quem viveu esta época, lá era impressionante ver o pipocar de bandas nesse período, algumas que vingaram, outras que desapareceram tão rápido quanto surgiram. Algumas obscuras e outras que vendem discos até hoje. Em 1981, a American Standard Records, que foi uma gravadora que também talvez tenha lançado apenas essa coletânea, resolveu gravar e lançar bandas inéditas até então. The Chiefs tinha um 7" e uma aparição em outra coletânea, Shattered Faith ainda não tinha lançado seu 7" pela Posh Boy e AKA e Suspects nunca tinham lançado nada e acabaram não lançando depois também. A única banda ainda existente e ainda fazendo shows é a Shattered Faith, mas virou Firecracker 500.
O album foi inteiro gravado no Sound Off Studios em Compton, CA, lugar que ficou conhecido o berço do gangsta rap com N.W.A. anos depois. Estúdio que já era nos dias de hoje.
Um album com canções escritas por adolescentes 30 anos atrás e com um conteúdo que até hoje a música porcamente consegue reproduzir, ou até mesmo nunca mais irá conseguir.
Uma coletânea que merece um relançamento em CD por algum selo atual pois o material é histórico e de primeira no estilo. Também quem tenha informações adicionais sobre as bandas e queira contribuir com informações pedimos que entre em contato para divulgarmos.
Old School.

Social Distortion - Greatest Hits


Compilação da banda lançada em 2007. O album inclui singles de sucesso desde "Mommy's Little Monster" até "Sex, Love and Rock 'n' Roll", além de uma faixa inédita "Far Behind" que também tornou-se single. Somente não inclui músicas do "Mainliner", que é um album compilação com faixas antigas não lançadas anteriormente.
"Far Behind" é a primeira faixa gravada com a nova formação com Mike Ness, Jonny "2 Bags" Wickersham, Brent Harding e Charlie Quintana.
Existe uma versão limitada do album em vinil contendo uma entrevista com Mike Ness. Também há um cover de Chuck Berry, que faz parte do album, mas fica somente disponível para download no iTunes.
O album até que vendeu relativamente bem para os dias de hoje nos Estados Unidos, e alcançou boas posições nas paradas.
Neste album a banda teve oportunidade de regravar alguns clássicos e passar os direitos sobre as músicas para eles mesmos saindo das garras da Epic, a gravadora antiga.
Em geral uma compilação definitiva da banda, clássico após clássico. Após anos na ativa a banda é uma lição de punk rock e resistência, com uma trajetória marcada por problemas com a lei, vício em drogas, morte e mudanças de formação. As regravações ficaram ótimas e não foram alteradas das versões originais, somente melhoradas como produto final.
Album recomendado tanto para os velhos fãs da banda quanto para os iniciantes no som do SxDx.
Excelent material!

The Offspring - Smash

Terceiro album de estúdio da banda americana lançado em 1994 pela Epitaph Records. Último album com o produtor Thom Wilson, que produziu os dois primeiros albuns da banda, e o último também pela Epitaph (que lançou somente na Europa o próximo album). Único album da banda que leva o nome sem o The antes de Offspring.
O album fez sucesso estrondoso e hoje em dia tonrou-se um clássico do punk rock pela crítica, fãs e até mesmo membros da banda. Com este disco a banda ganhou fama e reconhecimento na cena punk e na mídia em geral. Um dos albuns mais bem sucedidos do gênero, sendo vendido até hoje já alcançou 6 vezes platina.
Em 1991 a banda lançou um EP 7 polegadas chamado "Baghdad 7" que acabou fazendo sucesso e lhes rendeu contrato com a Epitaph, coisa que o produtor Thom Wilson vinha tentando há tempos. O guitarrista do Bad Religion e dono da Epitaph, Brett Gurewitz, achava que a banda não tinha calibre para ser parte de seu selo, mas o EP "Baghdad" mudou sua opinião. Então Wilson e a banda entraram em estúdio para gravar "Ignition" que foi lançado em 1992 com grande sucesso surpreendendo até mesma a banda e o selo. Depois veio a vez de "Smash" que foi gravado no estúdio Track Record em North Hollywood com dois meses de estúdio agendado.
Mesmo com uma gravação pesada no moldes do punk rock, o som de "Smash" já apresenta a cara pop punk nas composições. Junto com Green Day a banda emplacou nas rádios single após single. "Come Out and Play" tornou-se um clássico da banda e das rádios, numa temática bem pop punk trata-se de um tema em voga agora no Brasil, o bullying. "Self Esteem" foi outro hit que trata de um namorado que a sua parceira lhe abusa e lhe faz submisso, no caso Dexter Holland inspirou-se em um velho amigo. "Gotta Get Away" foi um single de um pouco menos sucesso, sendo a última música escrita para o album que trata da pressão que Dexter sofria para entregar o album a tempo. "Bad Habit" tecnicamente nunca foi lançada como single, porém a influente rádio de Los Angeles KROQ começou a tocar a música em 1995 em sua programação.
O album também tem um cover de uma música de The Didjits com "Killboy Powerhead".
A capa que apresenta um esqueleto distorcido estilo raio-x foi feita por Fred Hidalgo e Kevin Head, representa os motivos das letras: morte, suicídio, violência, vício e abuso. O esqueleto representa que a continuação desses atos leva à morte, ou até o fim da humanidade. Esse estilo de capa apareceu também nos singles do disco.
Album que tornou-se clássico incontestável, influenciou gerações e firmou o pop punk na mídia junto ao Green Day.
Para quem gosta do gênero um prato cheio e album indispensável.
You gotta keep em separated.

Pennywise - Reason to Believe

Nono album de estúdio da banda lançado em 2008 por download grátis pelo Myspace. MySpace Records lançou o o album nos Estados Unidos em CD e uma edição limitada em vinil com duas faixas bonus que não saíram em nenhum outro formato. O album saiu na Europa pela Epitaph. Originalmente para ser lançado em 2007 o album veio preencher uma brecha de dois anos desde o oitavo lançamento da banda, e teve o título provisório de "Free for the People" mas que foi deixado de lado.
Algumas cópias do album têm o selo de "Parental Advisory" na capa, estranhamente o primeiro deles a ter isso sendo que outros albums têm letras bem mais pesadas que esse.
O album alcançou a 98# posição na Billboard 200 americana, a segunda pior posição da banda desde o "About Time", que ironicamente foi aclamado pela crítica na época.
Este é o último album da banda com o vocalista Jim Lindberg que fechou sua participação com chave de ouro (a banda agora conta com Zoli Teglas nos vocais).
Para quem estava de saco cheio da banda lançando albums como "The Fuse" este vem para surpreender. Sim, ele soa bastante como Bad Religion cheio de "oooos" e super-produzido, mas tem uns toques do velho Pennywise, letras mais sérias e um instrumental mais pesado que de costume. Um Pennywise amadurecido.
After years, a reason to believe.

Propagandhi - Discografia



Ótima compilação da banda lançada em 1995 contendo canções desde "Suffer" até "Generator" além de duas ao vivo e uma do "How Could Hell By Any Worse?". O período vai de 1982 até 1992 mas não contém nenhuma música do segundo album "Into the Unknown" e dos EPs "Bad Religion" e "Back to the Known", além de "Recipe for Hate" e "Stranger Than Fiction" que foram lançados por outro selo que não Epitaph. Um outro título para "All Ages" poderia ser então "The Best of Bad Religion Before Recipe for Hate".
Disco para relembrar o quão grande e importante foi o Bad Religion. Também para quem ainda não é familiarizado com a banda esse é um bom cd para começar a escutar.
Definitive compilation.

Green Day - Dookie

Punks puristas podem torcer o nariz para o Green Day, mas "Dookie", o album pop-punk deles, sobreviveu ao tempo, com seu sarcasmo, auto depreciação, humor e riffs de guitarra pop que ainda ecoam após mais de uma década. Para alguns parece sucesso acidental como vários dizem de "Nevermind" do Nirvana. Mas para quem vivia a cena daquela época, sem exageros podemos dizer que este cd revitalizou o punk rock, de uma maneira fácil. Porque abriram portas para uma cena esquecida, incluíndo o ska-punk, hardcore, punk rock, todos sub gêneros até então esquecidos ou relegados a segundo plano.
Muitos criticam Green Day porém a garotada emo de hoje em dia não foi essa que escutou "Dookie" na época, antes eles tivessem esse privilégio. Este cd tocou até a exaustão é fato, até o limite do suportável. Mas basta uma nova audição nos dias de hoje para que se comprove a vitalidade e genialidade do disco como um todo. Foi a voz de uma geração.
A capa é uma piração à parte, bem punk e cheia de humor.
Green Day classic.
Segundo album da banda de Chicago. Grande cd para os fãs de hardcore e punk rock um clássico obrigatório na coleção. Não tão famosos como Circle Jerks, Black Flag ou Ramones mas tão clássicos quanto. Certamente uma banda que merecia mais crédito. O cd é uma reedição daquele de capa verde 1992 (Lookout! Records), remasterizado e lançado por outra gravadora (Asian Man).
Rápido, raivoso, incisivo e divertidíssimo. As letras vão desde vendedores de carros, aos punks malas extremamente politizados. Uma barragem de criticismo, sarcasmo e gozação. Melhor disco da banda sem dúvida.
Welcome to Suburbia.

Classics of Love - Walking in Shadows



Debut EP da banda de Bay Area California lançado em 2009. O som é um punk rock básico, moderno, e fácil de escutar. Nada demais, porém cativante. Lembra um pouco as bandas da cena de DC da década de 80 às vezes. Ainda tem aquele ar de banda local, mas tem tudo para tornar-se um clássico do punk rock no futuro. Destaque para as músicas "Dont Stand Down", "No Return" e "Walking in Shadows". Vale dar uma conferida.

Rancid - Rancid - I'm Not the Only One [EP]


Vinil 7" EP da banda auto entitulado lançado em 1992, com músicas nunca gravadas posteriormente em outros albums. São cinco faixas poderosas apresentando um punk rock de primeira e visceral.

The Clash - London Calling


Terceiro album da banda lançado em dezembro de 1979. O disco representa uma mudança mais significante no som da banda incluindo elementos de ska, pop, soul, jazz, rockabilly e reggae. As letras tratam de desemprego, conflitos raciais, uso de drogas e responsabilidades da vida adulta.
Apesar de The Clash ter começado como uma banda punk a banda rapidamente ultrapassou essa estética para novos horizontes. Muitas das canções deste album soam incrivelmente inusitadas para a época e para o contexto da banda.
Um dos poucos albums do estilo impossíveis de enjoar e de se parar de elogiar. Um dos maiores discos de todos os tempos, com mais de dois milhões de cópias vendidas em todo mundo. Esse é "London Calling".
Death or Glory!!!

Ramones - Road to Ruin: Remastered and Expanded

Geralmente considerado o último grande album do período áureo dos Ramones. O último de quatro albums gravados em dois anos lançado em 1978, primeiro album com Marky Ramone na batera. O disco dá uma guinada na orientação sonora da banda, ficando menos cru, e inclui a clássica "I Wanna Be Sedated". Este é o album remasterizado de 2001, incluindo faixas extras, versões alternativas e demos.
De qualquer forma, clássico.